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Comparação de Governos do Brasil

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Para quem quer abandonar o uso do achômetro nestas próximas eleições. Comparações entre governos feitas apenas com dados reais de instituições respeitáveis. Declarações reais, gravadas e disponibilizadas em vídeo. Entrevistas, leis e artigos com suas fontes claramente citadas. Pare de acreditar nas bobagens da propaganda e veja a informação real.

  • As estatísticas aqui apresentadas são selecionadas principalmente por aparecerem em propaganda eleitoral ou material de divulgação de partidos de forma errada e sem citação de fontes. Para mais informações, acesse diretamente os sites do IBGE, IPEA e outras fontes citadas abaixo.
  • IMPORTANTE: Para acessar as fontes originais das informações citadas caso você não seja cadastrado no Wikia, basta clicar no link e, na página que surgir, clicar em skip this ad. Isto é uma configuração padrão do Wikia e desaparece para quem é cadastrado.
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Resumo visual das estatísticas (detalhes e links para as fontes de dados seguem abaixo):

Resumo visual 07a.png




Estatísticas de Nível de Vida

Artigo Principal: Estatísticas de Nível de Vida

Dados são informados até o ano mais recente de publicação dos mesmos pelos institutos responsáveis por sua manutenção.

Quando os anos não fecham com o início e fim dos governos há um hiato na divulgação de estatísticas e o ano mais próximo é utilizado.


Índice de Desenvolvimento Humano

O Índice de Desenvolvimento Humano, um dos principais indicadores do nível de vida da população de um país, cresceu muito mais durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula. Isto significa que a qualidade de vida do povo brasileiro melhorou de forma mais acelerada no governo anterior que no governo atual.

Fonte: Dados oficiais da ONU

De 1995 a 2000 (FHC) cresceu 0,056 (0,0112 ao ano), em uma variação percentual de 7,62% (1,48% ao ano)

De 2000 a 2007 (Lula) cresceu 0,023 (0,0033 ao ano), em uma variação percentual de 2,91% (0,41% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pela ONU com periodicidade de cinco anos (de 1980 a 2005) e anual (de 2005 a 2007)
  • Consideramos 1995 a 2000 (5 anos) o período FHC e 2000 a 2007 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pela ONU, dois anos de governo FHC (2001 e 2002) são contabilizados dentro do período Lula
  • O IDH médio mundial para cada ano é calculado considerando apenas os países com dados divulgados naquele ano
  • Crescimento brasileiro é superior ao crescimento médio mundial nos períodos de 1995 a 2000 (todo período FHC) e de 2006 a 2007 (um dos sete anos do período Lula)


Acesso à Rede de água

O percentual de domicílios com acesso à rede de água potável encanada, condição praticamente básica à dignidade humana nos dias atuais, cresceu de forma muito mais rápida durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 6,9% (0,77% ao ano), em uma variação percentual de 9,2% (0,98% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 3,4% (0,49% ao ano), em uma variação percentual de 4,15% (0,58% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1981 a 2009), exceto para os anos 1982, 1991, 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Acesso à Rede de esgoto

A quantidade de domicílios com acesso à rede de escoamento de esgoto, critério essencial para a qualidade de vida da população, cresceu de forma mais rápida durante o governo Lula que durante o governo Fernando Henrique.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 7,4% (0,82% ao ano), em uma variação percentual de 18,97% (1,95% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,9% (0,99% ao ano), em uma variação percentual de 14,87% (2,00% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1992 a 2009), exceto para os anos 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Acesso à Energia elétrica

O percentual de domicílios com acesso à rede elétrica, outro critério essencial para a obtenção de um bom nível de qualidade de vida, cresceu muito mais rápido durante o governo anterior que no governo atual.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 6,6% (0,73% ao ano), em uma variação percentual de 7,33% (0,79% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 2,5% (0,36% ao ano), em uma variação percentual de 2,59% (0,37% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1981 a 2009), exceto para os anos 1982, 1991, 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Porcentagem de Domicílios com geladeira

O refrigerador tornou-se item essencial para a família. Mesmo assim, ainda existem domicílios que não possuem este eletrodoméstico. A proporção de domicílios com geladeira cresceu muito mais rápido durante o governo Fernando Henrique que no governo posterior.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 14,8% (1,64% ao ano), em uma variação percentual de 20,61% (2,10% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 7,3% (1,04% ao ano), em uma variação percentual de 8,43% (1,16% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1981 a 2009), exceto para os anos 1982, 1991, 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Porcentagem de Domicílios com televisão

Aparelho televisor, mesmo não sendo essencial à sobrevivência, é de grande importância para o tempo de lazer da população, influenciando assim a qualidade de vida. Acesso à televisão cresceu mais rápido no governo anterior que no governo atual, apesar da às vezes dramática diminuição nos preços.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 14,1% (1,57% ao ano), em uma variação percentual de 18,60% (1,91% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 6,1% (0,87% ao ano), em uma variação percentual de 6,79% (0,94% ao ano)

  • Preços de TVs despencaram no governo Lula
  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1988 a 2009), exceto para os anos 1991, 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Porcentagem de Domicílios com telefone

O telefone tornou-se um item essencial à qualidade de vida do cidadão. Antes considerado um bem de difícil acesso, após a privatização do setor sua disponibilidade cresceu vertiginosamente. A tabela abaixo resume os dados de crescimento no acesso a linhas telefônicas nos últimos governos.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) cresceu 41,8% (4,64% ao ano), em uma variação percentual de 211,11% (13,44% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) cresceu 23,3% (3,33% ao ano), em uma variação percentual de 37,82% (4,69% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1992 a 2009), exceto para os anos 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Mortalidade infantil

A alta mortalidade infantil era um dos problemas mais trágicos do Brasil. Felizmente, a estabilidade e o desenvolvimento têm permitido uma queda progressiva no número de crianças que morrem antes de completar um ano de idade. A queda neste número foi, no entanto, mais pronunciada durante o governo Fernando Henrique que durante o governo Lula.

Fontes: Dados oficiais do DataSUS, Dados oficiais do DataSUS

De 1997 a 2002 (FHC) caiu 7 pontos (1,4 ponto ao ano), em uma variação percentual de -21,94% (-4,83% ao ano)

De 2002 a 2006 (Lula) caiu 4,2 pontos (1,05 ponto ao ano), em uma variação percentual de -16,87% (-4,51% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo DataSUS com periodicidade anual (de 1997 a 2006)
  • Consideramos 1997 a 2002 (5 anos) o período FHC e 2002 a 2006 (4 anos) o período Lula


Taxa de pobreza

A taxa de extrema pobreza indica, segundo o IPEA, o 'percentual de pessoas na população total com renda domiciliar per capita inferior à linha de extrema pobreza (ou indigência, ou miséria). A linha de extrema pobreza aqui considerada é uma estimativa do valor de uma cesta de alimentos com o mínimo de calorias necessárias para suprir adequadamente uma pessoa.' Já a taxa de pobreza indica, também segundo o IPEA, o ' Percentual de pessoas na população total com renda domiciliar per capita inferior à linha de pobreza. A linha de pobreza aqui considerada é o dobro da linha de extrema pobreza.'

Fonte: Dados oficiais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

De 1993 a 2002 (FHC) a taxa de extrema pobreza caiu 6,28% (0,70% ao ano), em uma variação percentual de -30,98% (-4,04% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) a taxa de extrema pobreza caiu 6,71% (0,96% ao ano), em uma variação percentual de -47,96% (-8,91% ao ano)

De 1993 a 2002 (FHC) a taxa de pobreza caiu 8,58% (0,95% ao ano), em uma variação percentual de -19,96% (-2,44% ao ano)

De 2002 a 2009 (Lula) a taxa de pobreza caiu 12,98% (1,85% ao ano), em uma variação percentual de -37,73% (-6,54% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IPEA com periodicidade anual (de 1981 a 2009), exceto para os anos 1991, 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2009 (7 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Estatísticas de Acesso à Educação

Artigo Principal: Estatísticas de Acesso à Educação

Dados são informados até o ano mais recente de publicação dos mesmos pelos institutos responsáveis por sua manutenção.

Quando os anos não fecham com o início e fim dos governos há um hiato na divulgação de estatísticas e o ano mais próximo é utilizado.

Se alguém tiver dados mais recentes, de fontes confiáveis, por favor me envie.


Evasão escolar

Evasão escolar é algo extremamente preocupante em qualquer sociedade, principalmente na idade normalmente associada ao ensino secundário - que pode fazer uma diferença crucial na vida de uma pessoa. Enquanto o número de adolescentes de idade entre 15 e 17 anos que não frequentavam a escola caiu dramaticamente durante o governo Fernando Henrique, este número permaneceu preocupantemente estável durante o governo Lula.

Fonte: Dados oficiais do IBGE

De 1993 a 2002 (FHC) caiu 19,6% (2,18% ao ano), em uma variação percentual de -51,44% (-7,71% ao ano)

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 0,80% (0,16% ao ano), em uma variação percentual de -4,32% (-0,88% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IBGE com periodicidade anual (de 1992 a 2007), exceto para os anos 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2007 (5 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IBGE, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Acesso ao ensino superior

Acesso ao ensino superior é uma medida clara do desenvolvimento da educação em um país. O censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira fornece dados a respeito. As informações abaixo referem-se ao número de matrículas em cursos de graduação presenciais.

Fonte: Censo da Educação Superior do INEP

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em universidades federais aumentou em 147.224 (21.032 ao ano), em uma variação percentual de 41,68% (5,10% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em universidades federais aumentou em 100.313 (16.719 ao ano), em uma variação percentual de 20,044% (3,09% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em universidades aumentou em 1.022.727 (146.104 ao ano), em uma variação percentual de 90,67% (9,66% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em universidades aumentou em 534.969 (89.162 ao ano), em uma variação percentual de 24,87% (3,77% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número de matrículas em instituições federais aumentou em 164.103 (23.443 ao ano), em uma variação percentual de 44,65% (5,42% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número de matrículas em instituições federais aumentou em 111.467 (18.578 ao ano), em uma variação percentual de 20,97% (3,22% ao ano)

De 1995 a 2002 (FHC) o número total de matrículas em instituições de ensino superior aumentou em 1.720.210 (245.744 ao ano), em uma variação percentual de 97,76% (10,23% ao ano)

De 2002 a 2008 (Lula) o número total de matrículas em instituições de ensino superior aumentou em 1.600.143 (266.691 ao ano), em uma variação percentual de 45,98% (6,50% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo INEP com periodicidade anual (de 1995 a 2008)
  • Consideramos 1995 a 2002 (7 anos) o período FHC e 2002 a 2008 (6 anos) o período Lula
  • As categorias "instituições federais" e "instituições de ensino superior" incluem (além de universidades) centros universitários, faculdades, CEFET e FET


Índice de analfabetismo

O índice de analfabetismo indica o percentual da população total, acima de 15 anos de idade, que não sabe ler nem escrever um bilhete simples.

Fonte: Dados oficiais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

De 1993 a 2002 (FHC) caiu 4,56% (0,51% ao ano), em uma variação percentual de -27,77% (-3,55% ao ano)

De 2002 a 2007 (Lula) caiu 1,85% (0,37% ao ano), em uma variação percentual de -15,60% (-3,33% ao ano)

  • Série de dados históricos é fornecida pelo IPEA com periodicidade anual (de 1981 a 2007), exceto para os anos 1991, 1994 e 2000
  • Consideramos 1993 a 2002 (9 anos) o período FHC e 2002 a 2007 (5 anos) o período Lula
  • Devido à esparsidade dos dados fornecidos pelo IPEA, um ano de governo Itamar Franco (1993) é contabilizado dentro do período FHC


Universidades Federais

Artigo Principal: Universidades Federais

Duas universidades federais foram criadas durante o governo Fernando Henrique, e três foram criadas durante o governo Lula. Mais detalhes no artigo Universidades Federais

Estatísticas de Desenvolvimento Econômico

Artigo Principal: Estatísticas de Desenvolvimento Econômico

Dados são informados até o ano mais recente de publicação dos mesmos pelos institutos responsáveis por sua manutenção.

Quando os anos não fecham com o início e fim dos governos há um hiato na divulgação de estatísticas e o ano mais próximo é utilizado.

Se alguém tiver dados mais recentes, de fontes confiáveis, por favor me envie.


Salário mínimo

Fontes: Medida Provisória 637/1994, Medida Provisória 35/2002, Lei 1.255 de 2010

De 1994 a 2002 (FHC) o salário mínimo cresceu 185,71% ou 14,02% ao ano

De 2002 a 2010 (Lula) o salário mínimo cresceu 155,00% ou 12,41% ao ano

De 1994 a 2002 (FHC) o mínimo cresceu, em valores deflacionados, 33,24% ou 3,65% ao ano

De 2002 a 2010 (Lula) o mínimo cresceu, em valores deflacionados, 72,62% ou 7,06% ao ano


Carga tributária

Fonte: Dados oficiais do IBGE, Dados oficiais do IBGE

Carga média de 1994 a 2002 (FHC) de 30,07%, carga tributária em 2002 de 32,35%

Carga média de 2002 a 2007 (Lula) de 33,47%, carga tributária em 2007 de 34,70%


Taxa de crescimento econômico:

Fontes: Dados oficiais do Banco Central do Brasil, Dados oficiais do Fundo Monetário Internacional

Crescimento mundial durante governo FHC: 24,27% ou 2,75% ao ano

Crescimento mundial durante governo Lula: 74,46% ou 8,27% ao ano

Crescimento do Brasil no governo FHC: 19,74% ou 2,28% ao ano ou 82,77% da média mundial

Crescimento do Brasil no governo Lula: 27,66% ou 3,55% ao ano ou 42,91% da média mundial

  • Durante o governo Lula, o Brasil cresceu muito menos que o resto do mundo
  • Durante o governo FHC, o Brasil cresceu apenas um pouco abaixo da taxa média do resto do mundo


Crescimento no governo Collor/Itamar: 6,75% ou 1,31% ao ano

Evolução no governo FHC em relação à média anterior: 73,33%

Evolução no governo Lula em relação à média anterior: 55,88%

  • Mesmo havendo maior crescimento absoluto no governo Lula, a TAXA anual média de crescimento da economia CRESCEU muito mais no governo FHC que no governo Lula


Taxa de crescimento econômico - Paridade de poder de compra

O conceito de Paridade de Poder de Compra é baseado na comparação do valor de moedas de diferentes países através do preço, no país, de uma cesta de produtos pré-definida. Para fins de comparação de taxas de crescimento econômico entre diferentes países, a utilização de valores ajustados desta forma pode oferecer números mais próximos da realidade do poder aquisitivo de cada população. É importante notar, no entanto, que a limitação na seleção da cesta de consumo, assim como diferenças na qualidade dos produtos sendo medidos, pode gerar inconsistências no fator de ajuste dos valores, levando a inconsistências nas comparações.

Fonte: Dados do Fundo Monetário Internacional

Crescimento, em PPP, do Brasil como proporção do crescimento mundial durante o governo FHC: 78,45%

Crescimento, em PPP, do Brasil como proporção do crescimento mundial durante o governo Lula: 98,68%


Nível de desemprego:

Fontes: Dados oficiais do IBGE até 2002, Dados oficiais do IBGE pós 2002

Final do governo FHC (dez/2002): 6,17%

Final do governo Lula (set/2010): 6,9%

  • Há uma descontinuidade nos dados, o que impede uma comparação direta
  • A principal mudança é a alteração da idade mínima de 15 para 10 anos
  • Definição anterior de desocupado: População Desocupada - aquelas pessoas que não tinham trababalho, num determinado período de referência, mas estavam dispostas a trabalhar, e que, para isso, tomaram alguma providência efetiva (consultando pessoas, jornais, etc.)
  • Definição atual de desocupado: São classificadas como desocupadas na semana de referência as pessoas sem trabalho na semana de referência, mas que estavam disponíveis para assumir um trabalho nessa semana e que tomaram alguma providência efetiva para conseguir trabalho no período de referência de 30 dias, sem terem tido qualquer trabalho ou após terem saído do último trabalho que tiveram nesse período.


Inflação ao consumidor

Fonte: Banco Central do Brasil - Calculadora do Cidadão

Inflação acumulada de 1990 a 1994 (Collor/Itamar): 41.941.718,61%

Inflação acumulada de 1995 a 2002 (FHC): 114,43%, ou 0,00028% do acumulado anterior. Queda de 99,99972% em relação ao governo anterior.

Inflação acumulada de 2003 a 2010 (Lula): 47,72%, ou 41,71% do acumulado anterior. Queda de 58,29% em relação ao governo anterior.

  • Queda na inflação acumulada foi muito maior no governo FHC que no governo Lula
  • Fernando Henrique, como Ministro da Fazenda, implantou o Plano Real, que controlou a hiperinflação
  • Governo FHC consolidou a estabilidade do plano real


Dívida pública federal

Fonte: Dados oficiais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

Dívida pública federal ao final do governo FHC (12/2002): R$ 560.828.810.000,00

Dívida pública federal ao final do governo Lula (10/2010): R$ 985.808.530.000,00

  • A dívida pública federal líquida ao final do governo Lula é quase o dobro da dívida ao final do governo Fernando Henrique


Mapa de desempenho dos governos

O mapa a seguir indica o desempenho relativo dos governos Fernando Henrique Cardoso e Lula em todos os quesitos levantados até o momento pelo Governo Brasil Wiki. Os valores foram normalizados para melhor visualização, através da fórmula:

Nota_{gov} = Ind_{gov} \times \left ( \frac{10}{\displaystyle \sum_{k=1}^N Ind_k} \right )

Isto significa que a nota máxima - no caso, 10 - é determinada pelo avanço total na área, sendo somados os valores de todos os governos. A nota é, assim, um reflexo da proporção do avanço total em uma determinada área alcançado pelo governo em questão.

Radar governo 02.png

Inconsistências nas Posições Políticas

Aborto

  • Segundo o Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (2010):
    • "Recomendação: Recomenda-se ao Poder Legislativo a adequação do Código Penal para a descriminalização do aborto."
    • Fonte: Texto integral do PDNH3
  • Segundo o Programa Nacional de Direitos Humanos 2 (2002):
    • "Apoiar a alteração dos dispositivos do Código Penal referentes ao estupro, atentado violento ao pudor, posse sexual mediante fraude, atentado ao pudor mediante fraude e o alargamento dos permissivos para a prática do aborto legal (...)"
    • "Considerar o aborto como tema de saúde pública, com a garantia do acesso aos serviços de saúde para os casos previstos em lei."
    • Fonte: Texto integral do PDNH2


Bolsa Família


Aliados e Plano Real


Privatizações

Fontes: Ministério do Planejamento - Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), Agência Nacional de Transportes Terrestres, Agência Nacional de Transportes Terrestres

De acordo com dados oficiais do Ministério do Planejamento, um total de seis empresas foram privatizadas durante o governo Lula:

  • Banco do Estado do Maranhão S.A.
  • BEM-SG
  • BEM-VTV
  • BEM-DTVM
  • Banco do Estado do Ceará S.A.
  • BEC-DTVM


Além disso, segundo dados oficiais da Agência Nacional de Transportes Terrestres, durante o governo Lula foram firmados acordos de concessão de 3281,4 Km de estradas, efetivamente privatizando esta extensão da rede rodoviária federal. Foram criadas, assim, 36 praças de pedágio, com tarifas de até R$ 9,70.


Rodovia Trecho Extensão Praças de Pedágio
BR-116/PR/SC Curitiba – Div. SC/RS 412,70 Km 5
BR-376/PR - BR-101/SC Curitiba – Florianópolis 382,33 Km 5
BR-116/SP/PR São Paulo – Curitiba (Régis Bitencourt) 401,60 Km 6
BR-381/MG/SP Belo Horizonte – São Paulo (Fernão Dias) 562,10 Km 8
BR-393/RJ Div.MG/RJ – Entroncamento com a Via Dutra 200,40 Km 3
BR-101/RJ Ponte Rio-Niterói – Div.RJ/ES 320,10 Km 5
BR-153/SP Div.MG/SP – Div. SP/PR 321,60 Km 4
BR – 116/324 BA BR – 116 – Feira de Santana 554,10 Km
BR – 324 – Salvador – Feira 113,20 Km
BR – 526 / BR – 324 / BA 528 9,30 Km
BA – 528 / BA – 526 / Aratu 4,00 Km

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